Na Fecomércio, senador Vanderlan defende Sistema S

  • 25/Nov/2019

Em almoço com a diretoria da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Goiás (Fecomércio/GO), presidentes de sindicatos e membros da diretoria do Sesc/Senac,  o senador Vanderlan Cardoso (Progressistas) defendeu o Sistema S, e assegurou que tem trabalhado a seu favor no Senado.  “Eu sou parceiro do Sistema. Falo como empresário e também como gestor público”, disse,  lembrando as parcerias de qualificação feitas com sua empresa e também quando era prefeito de Senador Canedo.

O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-GO, Marcelo Baiocchi, lembrou que Vanderlan defendia o Sistema S desde a campanha, e agradeceu o parlamentar. Ele também disse que disse que, por ser empresário, o senador conhece bem o segmento empresarial e “as dificuldades de administrar uma empresa em um país onde as regras mudam muito e as dificuldades de investir, quando, cada vez mais, há necessidade de capital para que uma empresa continue crescendo”.

Vanderlan também falou da sua atuação no Senado e disse que tem buscado defender “não só as empresas, mas também o trabalhador, aquele que quer fazer investimento, diminuir os custos deste país”. Ele falou também sobre o governo federal “Embora principalmente a grande mídia não divulgue, o país está no rumo certo, tem muita coisa boa acontecendo”, disse, citando a política econômica, como a baixa dos juros, um dos fatores que levariam à volta de investimentos.  

Vanderlan respondeu, ainda, questionamentos dos diretores da entidade e dos presidentes de sindicatos presentes. O senador, que preside a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática, disse que “nunca se trabalhou tanto no Congresso Nacional, nos últimos 25 anos”. Ao falar sobre os problemas de distribuição de energia no estado, Vanderlan disse que acompanha de perto a execução do Plano de Ação apresentado pela Enel para a bancada federal goiana e governo do estado. Na avaliação dele, a empresa tem feito investimentos, mas levará tempo para solucionar os problemas estruturais e as quedas de energia. “Para resolver em Goiás inteiro, é de dois a três anos”, acredita.

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