Famílias de Goiânia reduzem o consumo devido às contas de janeiro

  • 07/Fev/2017

As famílias goianienses começaram o ano de 2017 com o pé no freio em relação ao consumo. O que é natural, depois dos gastos realizados em dezembro, mês em que o consumo está em alta. Em janeiro deste ano, a intenção de consumo das famílias (ICF) ficou em 92,7 pontos, conforme pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Estado de Goiás (Fecomércio–GO) em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o que significa pessimismo entre os consumidores.

Em dezembro, a ICF foi de 95,6 pontos. Ainda assim, o desempenho do primeiro mês de 2017, foi 9,7 pontos percentuais melhor que janeiro de 2016, quando registrou 84,5 pontos. O presidente da Fecomércio-GO, José Evaristo dos Santos, explica que esse pessimismo é frequente nesse mês do ano por se tratar de um período em que há uma série de impostos para pagar, compra de material escolar, além das dívidas resultantes das compras do fim de ano.

Mesmo com a intenção de consumo menor, dentre as 500 famílias pesquisadas, 43,1% das pessoas que trabalham estão mais seguras em relação ao emprego. O número aumenta para 57% quando o nível salarial é acima de 10 salários mínimos. 49% dos responsáveis pelos domicílios acreditam que terá alguma melhoria profissional. Talvez por este motivo, 37,8% das famílias afirmam estar comprando a mesma quantidade que no ano passado, enquanto 31,6% estão comprando menos.

O presidente da Fecomércio-GO ressalta que isso tudo é cautela do consumidor para não se endividar mais. (Veja mais na PEIC). Dentre as famílias pesquisadas, 35% afirmam que o crédito está mais difícil, enquanto que para 22,5% está igual ao ano passado e 17,5% dizem que está menor. 44,1% das famílias entrevistadas afirmaram que o consumo das famílias deve ser menor que o segundo semestre do ano passado.
A maior parte dos entrevistados, 73,6%, afirma que não é o momento apropriado para aquisição de bens duráveis, pois podem contrair dívidas mais longas e terem mais dificuldade para pagar. São considerados bens duráveis, carros, imóveis, eletrodomésticos, dentre outros.

Fonte: Ascom Fecomércio-GO

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