Em janeiro, confiança do empresário cai, mas expectativa aumenta

  • 07/Fev/2017

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) está no limite entre o positivo e o negativo. No mês de janeiro o ICEC registrou 100,6 pontos, o que mostra ainda uma avaliação positiva do setor. Abaixo de 100 pontos, o índice revela o pessimismo dos empresários. O primeiro mês de 2017, no entanto, obteve um índice inferior ao registrado em dezembro de 2016 que foi de 103,5 pontos e em novembro de 2016 de 102,4 pontos.

A composição deste índice está muito associada aos resultados das pesquisas do consumidor (ICF e PEIC). Conforme varia a intenção de consumo das famílias e o endividamento, a confiança dos empresários aumenta ou diminui. E uma das hipóteses do índice permanecer positivo no primeiro mês de 2017, mesmo diante da baixa das outras pesquisas, há o sentimento de recomeçar, planejar e de otimismo para o novo ano. A pesquisa para compor o índice foi realizada em 221 empresas de Goiânia.

Se no cômputo geral o índice está positivo, na opinião dos empresários as condições atuais da economia não estão tão favoráveis e representou apenas 43,1 pontos. Houve uma queda de 2,8% em relação a dezembro de 2016 que foi de 49,9 pontos e de 21,3% em relação a novembro de 2016. O subíndicel que mede as condições atuais das empresas comerciais variou pouco, de 71,4 pontos em janeiro, 73,2 pontos em dezembro e 72,2 pontos em novembro. Conforme o presidente da Fecomércio-GO, José Evaristo dos Santos, o que se espera-se é que no segundo quadrimestre do ano a situação do País esteja um pouco mais tranqüila, a recessão diminua ainda mais e o crédito para o consumidor seja favorecido. Nessas condições a confiança do empresário tende a aumentar, assim como os investimentos.

Se a confiança está no limite, as expectativas se apresentaram boas em janeiro. Em relação à economia brasileira, o índice foi de 149,2 pontos; sobre o comércio foi de 156,1 pontos e a expectativa das empresas comerciais foi de 165,2 pontos.

O indicador de contratação de funcionários esteve positivo, com 113,8 pontos. Segundo José Evaristo, janeiro não é um mês de muitas contratações. Ao contrário, se demite em dezembro e só volta a contratar no período próximo da páscoa. O nível de investimento das empresas continua baixo com 70,8 pontos. Mesmo assim, foi mais alto que o registrado em dezembro de 2016, que foi de 66,6 pontos, e em novembro de 2016, que foi de 59,4 pontos. Situação semelhante ocorreu com os estoque que se mantiveram abaixo dos 80 pontos em novembro e dezembro de 2016 e em janeiro registrou 80,5 pontos.
 

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