Marcelo Baiocchi reafirma compromisso de dar todo poder aos sindicatos

  • 09/Out/2018

O presidente Marcelo Baiocchi assumiu em junho o comando da Fecomércio e  não perdeu tempo: começou a implementar uma nova mentalidade à frente da instituição. A entidade está mais arrojada e, pode-se afirmar, mais próxima da população. Nesta entrevista, Marcelo revela as suas prioridades na Federação e comenta o momento econômico brasileiro e o impacto das eleições sobre o desempenho da economia neste segundo semestre. Confira a entrevista abaixo:

Presidente, o Sr. assumiu a Fecomércio em junho deste ano. Quais são as suas prioridades à frente da entidade?
A prioridade da nossa administração da Fecomércio é fazer com que a instituição ocupe o seu espaço, que seja a legítima representante do comércio de bens, serviço e turismo. E, ainda, que possamos dar todo poder aos sindicatos, representando os anseios dos empresários por intermédio dos sindicatos que compõem a nossa Federação. Estamos cada vez mais empenhados em fazer com que o empresário tenha na Federação do Comércio uma entidade representativa que possa estar a seu lado quando ele sentir necessidade de ter o apoio de uma instituição forte como a Federação. 

Qual a análise que o senhor faz sobre o desempenho atual da economia brasileira? 
A economia do nosso país tem dado sinais de recuperação, mas enfrenta momentos de turbulência em virtude do processo eleitoral. O reflexo disso é a disparada do dólar e, até mesmo, sintomas da recessão. Isso apesar de termos uma taxa de juros relativamente baixa, das menores dos últimos anos. Então, a economia irá estabilizar e voltar a crescer somente após esse período eleitoral. Mas vai depender muito do resultado das eleições. É necessário que todos abracem o compromisso com o crescimento do país, tanto os nossos representantes eleitos para o Congresso Nacional, quanto o que for eleito para o Executivo Federal. 
O que esperar deste segundo semestre com o impacto e a imprevisibilidade do cenário eleitoral?
Este segundo semestre será fraco no que tange ao desempenho econômico. Não  acredito em reação na economia. Haverá um compasso de espera.  Os agentes econômicos vão aguardar o resultado do segundo turno e, ainda, a posse do presidente, em 1º. de janeiro. Até lá, os investidores e os empreendedores estarão aguardando as medidas que serão adotadas pelo novo governo que será empossado.

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